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Programa de Parcerias de Investimentos - PPI

As 10 Diretrizes

As 10 Diretrizes 

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Projeto Crescer

Após meses de debate técnico entre o governo, as agências reguladoras, os órgãos de controle e o mercado, promovemos uma profunda reformulação na forma como o Estado brasileiro lidará com as concessões, reerguendo a segurança jurídica, a estabilidade regulatória, além de modernizar a governança para criar o ambiente propício à concretização dos investimentos privados.

Porque, para enfrentar a mais grave crise econômica da sua história, o Brasil precisa, mais do que nunca, melhorar sua infraestrutura e destravar os investimentos. Enfrentaremos os erros do passado para construir um futuro de confiança, esta é uma condição necessária para solucionarmos os conflitos de maneira responsável e instaurarmos um ambiente de confiança entre o setor público e a iniciativa privada.

Estamos prontos para voltar a crescer e construir um Brasil de oportunidades. Para isso, vamos oferecer à iniciativa privada projetos técnica e economicamente factíveis, elaborados para melhorar a qualidade do serviço prestado, e um portfólio administrado com transparência máxima, governança eficiente e sob a liderança da Presidência da República.

As 10 diretrizes do Projeto Crescer

  • 1

    As concessões serão conduzidas sob o máximo rigor técnico

    Só irão ao mercado os projetos com robustez, consistência e capacidade efetiva de gerar retorno à sociedade e aos investidores, impedindo que a execução das concessões seja contaminada por arremedos, que muitas vezes se traduzem em riscos à boa governança, como aditivos contratuais e reequilíbrios excessivos.

  • 2

    O foco será melhorar a prestação de serviço às pessoas e ao setor produtivo

    O que queremos é garantir as condições logísticas e energéticas para melhorar a vida da população e reduzir os custos dos nossos produtos. Exigiremos melhorias que sirvam para aprimorar o serviço, de acordo com a demanda comprovada em cada projeto.

  • 3

    Para ampliar a segurança jurídica, todos os contratos terão indicadores claros

    As cláusulas de desempenho protegerão o usuário ao fixar a qualidade do serviço como meta central da concessão. Os investidores também saberão exatamente quais metas terão que atingir e como elas serão mensuradas.

  • 4

    Vamos devolver às agências reguladoras o sentido efetivo de órgão de Estado

    Elas serão fortalecidas para que possam cumprir plenamente seu papel de regular, monitorar e fiscalizar. A autonomia das agências é a garantia de que elas estarão comprometidas exclusivamente com o desenvolvimento dos setores que regulam.

  • 5

    Os editais só serão lançados depois de passar pelo debate público e obter aval do TCU

    Todos os estudos elaborados para os projetos terão publicidade ampla, por meio de audiências e consultas públicas.

  • 6

    Todos os editais serão publicados em português e inglês

    Essa foi uma das sugestões do Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE, que vem colaborando na elaboração deste novo modelo como forma de aumentar a transparência e facilitar a participação de investidores estrangeiros.

  • 7

    O prazo mínimo do edital será expandido para 100 dias

    O prazo entre o lançamento do edital e o recebimento das propostas será superior a 100 dias, o que permitirá que um número maior de investidores se prepare para participar das concorrências.

  • 8

    A partir de agora, só irão à concessão projetos com viabilidade ambiental comprovada

    Para isso, será obrigatório o licenciamento ambiental prévio ou as diretrizes para sua obtenção expedidas pelo órgão competente. Neste segundo caso, as diretrizes apontarão os ajustes necessários para que a licença seja expedida.

  • 9

    A forma de contratação do financiamento de longo prazo irá mudar

    A tendência é que sejam contratados no início das obras, afastando a necessidade de empréstimos intermediários, que aumentam o custo e burocratizam as operações. Para tanto:

    • Também apostaremos na emissão de debêntures como instrumento de captação, apoiando a circulação do capital privado como parte da revitalização da
    nossa economia, com estímulo ao mercado secundário desses títulos;

    • Na fase das obras, o risco de crédito será assumido pelos bancos, inclusive o BNDES, a Caixa e o Banco do Brasil. Os contratos de financiamento terão condições de eficácia do contrato de concessão;

    • As garantias serão compartilhadas entre credores e debenturistas. Assim, minimizam-se os riscos dos financiadores de longo prazo e cria-se a oportunidade para que o setor financeiro, com sua expertise em avaliar riscos, viabilize tais fontes de financiamento;

    • Além do BNDES e do FI-FGTS, o novo modelo contará com a participação dos bancos privados e de outras fontes financiadoras, o que exige projetos bem qualificados que apresentem taxas de retorno adequadas às condições de captação do mercado.

  • 10

    Para as concessões existentes, iremos trabalhar para que continuem compromissadas em garantir o equilíbrio dos projetos

    Neste sentido, estudos que se encontram em fase avançada buscam alternativas para a solução dos problemas existentes à luz das mudanças que estão configurando o novo ambiente  regulatório. Em qualquer alternativa, o governo realizará estudos técnicos, que serão submetidos a audiências e consultas públicas e também terão de contar com o aval do TCU.

A credibilidade, a previsibilidade e a transparência serão os norteadores do nosso esforço para resgatar a confiança no Brasil e mostrarmos que somos uma economia forte e uma democracia madura. Por isso, trabalharemos com a seriedade, profissionalismo, agilidade e transparência que a sociedade merece.

Este é o espírito do Projeto Crescer

Crescer para gerar os empregos.
Crescer para aproveitarmos ao máximo nossas riquezas.
Crescer para fazer a economia voltar a girar e direcionar a atuação do Estado àquilo que o povo mais precisa: saúde, educação, segurança pública e oportunidade
para melhorar de vida.